3 de Setembro de 2010
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INICIATIVAS

Lista de Conteúdos

  • A fase mais visível da actividade dos Museus e Palácios nacionais é o programa, vasto e variado, de exposições. O IMC trabalha para que o visitante possa encontrar espaços museológicos cada vez mais qualificados, dotados de cafetarias, lojas, e, frequentemente, agradáveis espaços ajardinados, assim como as obras de referência de cada colecção organizadas em exposições permanentes. Mas é nas exposições temporárias que mais se revela a visão e a capacidade concretizadora de cada museu. Com recurso a peças cedidas por outras instituições museológicas, à junção ou conjugação de obras que, em outras ocasiões, dificilmente se poderiam fruir em conjunto, como produto de projectos especificamente desenhados por investigadores, curadores e historiadores de arte, as exposições temporárias vivificam os museus e incentivam a revisitação a espaços já conhecidos, mas que se reinventam permanentemente.

    DESTAQUES
  • Actividades educativasOs serviços educativos são, de forma consistente e continuada, uma das áreas de trabalho mais dinâmicas do Instituto dos Museus e da Conservação e, nomeadamente, dos seus Museus e Palácios.

    Nos últimos anos têm vindo a ampliar a sua abrangência, diversificando iniciativas, num processo dinâmico que acompanha o desenvolvimento do próprio conceito de função educativa, unanimemente reconhecida pelas instâncias internacionais como um dos principais eixos de actuação das instituições museológicas.

    Nesta perspectiva, as acções específicas dirigidas aos diversos públicos dos museus procuram incentivar articulações institucionais e alargar a função educativa a todos os sectores de actividade de museus e palácios.

    O objectivo é contribuir para uma maior diversificação das actividades oferecidas, desenvolvendo as competências dos seus técnicos, gerando maior reflexão, troca de experiências, de conhecimentos e avaliação em torno de estratégias pedagógicas que procuram sensibilizar os públicos para questões centrais da sociedade contemporânea, com destaque para o património e o ambiente.

    Estas estratégias são prosseguidas por uma oferta diversificada de produtos culturais, como ateliês e oficinas, sessões de conto, espectáculos de música, teatro ou dança, workshops, seminários, visitas guiadas a colecções ou sectores específicos do museu, e ainda de edições e instrumentos didácticos, destinados a diversas franjas de público e respondendo de forma qualificada à sua exigência crescente.
  • EstagiáriaO Instituto dos Museus e da Conservação, no desdobramento das suas competências e como imperativo de serviço público de referência, estabelece parcerias com diferentes instituições de ensino superior, nacionais e estrangeiras, assim como com outros estabelecimentos de ensino e formação profissional, para a realização nos seus serviços de estágio curriculares e/ou profissionais.

    Atendendo aos graus de formação e especialização muito diversificados, estes estágios são enquadrados por diferentes unidades orgânicas, com destaque para o Laboratório José de Figueiredo, o Departamento de Conservação e Restauro, a Divisão de Documentação e Divulgação e a Divisão de Museografia, entre outras.

    A aceitação de estagiários depende, na maioria dos casos, do estabelecimento de protocolos entre o IMC e os estabelecimentos de ensino ou formação, sendo imprescindível a aceitação de um regulamento de estágio e a formalização de um programa de trabalhos onde se inscrevam os objectivos a concretizar, assim como os responsáveis pelo acompanhamento e avaliação dos estagiários.

    Também os Museus e Palácios do IMC estão habilitados a enquadrar estágios curriculares e profissionais, devendo os interessados contactar directamente os serviços que consideram mais adequados para desenvolver os respectivos projectos.
  • O Instituto dos Museus e da Conservação concede grande relevância à formação dos profissionais dos museus portugueses, desenvolvendo anualmente um conjunto de acções descentralizadas e em parceria com diversas entidades. O programa de formação abrange os museus integrados na Rede Portuguesa de Museus, prosseguindo uma prática sustentada que se iniciou em 2001 e cujo balanço é extremamente positivo: 70 cursos realizados e mais de 1.500 formandos.

    O Instituto dos Museus e da Conservação é uma entidade formadora acreditada pela DGERT - Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho.

    Logótipo da DGERT

    Para Download:
    Programa da Formação para 2010 (.pdf, 260 kb)
    Ficha de Inscrição (pdf, 432 kb)

    Relatório da Formação relativo ao ano de 2008 (.pdf, 295 kb)
  • Os Museus e Palácios do IMC são quase todos edifícios históricos seculares com valor patrimonial que na sua maioria não foram construídos para serem museus. Este facto traz à partida problemas no acesso físico ao edifício por parte de pessoas com necessidades especiais, sejam elas permanentes ou ocasionais.

    Nos últimos anos, os Museus tutelados por este Instituto têm vindo a ser objecto de obras de remodelação e ampliação de acordo com projectos que visam proporcionar melhores condições de conservação das peças e também de acolhimento do público. Com estas obras os edifícios têm vindo a integrar adaptações que os tornam mais acessíveis a todos do ponto de vista arquitectónico. O mesmo não se tem verificado em relação aos Palácios, locais em que as obras feitas têm sido sobretudo de conservação e restauro, pelo que são fisicamente menos acessíveis.
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