Tutela
Direção Geral do Património Cultural

Contactos
Endereço: Avenida de Brasília
1400-038 Lisboa
Telefone(s): +351 213 011 282 / 213 011 675
Fax: +351 213 011 282
E-Mails: geral@map.dgpc.pt; servicoeducativo@map.dgpc.pt
Site: www.museudeartepopular.pt  

Como Chegar
Autocarros 714, 727, 28, 751, 729
Eléctrico 15
Autocarros da Linha de Sintra 113, 149
Comboios da Linha de Cascais Estação de Belém
Transportes Fluviais Cais de Belém

Horário
4ª Feira a Domingo -10:00-18:00
Sábados e Domingos - encerrado das 13:00 às 14:00
Encerrado ao público à 2ª e 3ª Feira e nos feriados de 1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio e 25 de Dezembro

Ingresso
Bilhete Normal – 2,50 €

Descontos
50% Pessoas com idade igual ou superior a 65 anos; portadores de deficiência; Bilhete Família - filhos menores (15-18) desde que acompanhados por um dos pais
60% Portadores de Cartão Jovem

Isenções

. Entrada gratuita aos Domingos e feriados até às 14h00
. Crianças até aos 14 anos
. Membros da APOM, ICOM, Academia Nacional de Belas-Artes, Academia Portuguesa da História e Academia Internacional da Cultura Portuguesa (devidamente credenciados)
Investigadores, jornalistas e profissionais de turismo (devidamente credenciados)
. Professores e alunos de qualquer grau de ensino no âmbito das visitas de estudo, desde que comprovadas documentalmente a sua condição (cartão pessoal) e o contexto da visita (por documento emitido pela respectiva instituição de ensino).
. Mecenas institucionais do respectivo museu
. Membros do Grupo de Amigos da CMAG
. Funcionários dos serviços e organismos da Secretaria de Estado da Cultura (devidamente credenciados)
. Portadores do Lisboa-Card

Coordenador do Museu


Breve Historial do Museu
Inaugurado em 1948, o Museu de Arte Popular nasceu da reformulação do antigo pavilhão da “Secção da Vida Popular” criado para a Exposição do Mundo Português de 1940, com projecto da autoria dos arquitectos António Reis Camelo e João Simões. Foi concebido de acordo com o programa formulado, em 1946, por António Ferro, então director do Secretariado de Propaganda Nacional (SPN) sob a denominação de “Museu do Povo” e organizado de acordo com a divisão administrativa do território nacional da Constituição Portuguesa de 1933. Para a data da sua inauguração, o anterior edifício é adaptado a museu com projecto  do arquitecto Jorge Segurado, em colaboração com o programa gizado pelo etnógrafo Francisco Martins Lage e pelo artista Tomás de Mello (Tom), conjugando elementos decorativos de gosto modernista com outros extraídos de uma estética mais tradicional. As diversas salas do MAP recriam as várias regiões do País, por onde se agrupam as diferentes colecções de arte popular que constituem a totalidade do seu acervo. No exterior, o edifício é pontuado por composições em baixo-relevo que recriam cenas de temática rural.
No processo de criação do Museu de Arte Popular, o projecto contou, igualmente, com a colaboração de uma extensa equipa de “decoradores-pintores” constituída por Carlos Botelho, Eduardo Anahory, Estrela Faria, Manuel Lapa, Paulo Ferreira e Tomás de Mello (Tom). Neste contexto, o Museu de Arte Popular apresenta um significativo conjunto de composições murais, caracterizando as diversas regiões do País, que são por excelência o grande veículo de contextualização e interpretação da extensa exposição permanente. Autênticos ensaios de pintura modernista, os murais retratam o povo tanto na faina do quotidiano como nas festas e romarias de raiz popular.
À relevância patrimonial e histórica do conjunto arquitectónico, acresce a importância do acervo recolhido desde 1935, durante as Exposições Universais e durante as diversas iniciativas promovidas pelo Estado Novo na década de 1930. 

Conteúdos da responsabilidade do Museu.