16 de Abril de 2014
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Museus, Palácios e Monumentos

A Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) tutela um expressivo número de espaços museológicos que, no seu conjunto, constituem lugares e obras incontornáveis do património nacional.

Tratar destes tesouros é a nossa principal função e, por isso, nos últimos anos, os museus e palácios nacionais têm vindo a ser dotados com condições adequadas de conservação e complementados com outras que visam torná-los espaços cómodos e atractivos para os públicos.

Vale a pena entrar nestes espaços porque eles são lugares de cruzamento de saberes, emoções e projectos, que pertencem a todos nós e onde os interesses de cada um encontram sempre uma confirmada ou inesperada resposta. E se a resposta for uma nova questão, é preciso começar outra vez, como quem entra e sai, com à vontade, de uma casa familiar.

Para obter mais informações sobre a Direção-Geral do Património Cultural – que resulta da fusão do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC), Instituto de gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico (IGESPAR) e Direção-Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo (DRCLVT) – link aqui 

Lista de Conteúdos

  • Edifício Casa-Museu Anastácio Gonçalves

    A Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves é um espaço museológico da cidade de Lisboa onde se lembra o coleccionador Anastácio Gonçalves. A colecção reunida pelo Dr. Anastácio Gonçalves compreende cerca de 2.000 obras de arte que se distribuem por três grandes núcleos: pintura portuguesa dos séculos XIX e XX, porcelana chinesa e mobiliário português e estrangeiro. Existem ainda importantes secções de ourivesaria civil, pintura europeia, escultura portuguesa, cerâmica europeia e oriental, têxteis, numismática, medalhística, vidros e relógios de bolso de fabrico suíço e francês. Para além das obras reunidas pelo coleccionador, a Casa-Museu encerra ainda um núcleo de pintura contemporânea portuguesa e um número significativo de objectos pertencentes ao espólio do pintor Silva Porto.

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  • Museu da Música Museu da Música

    O Museu da Música possui uma das mais ricas coleções da Europa de instrumentos musicais (cerca de 1.000 na sua maioria de origem europeia) dos séculos XVI a XX, de tradição erudita e popular, alguns deles classificados como Tesouros Nacionais. O Museu é particularmente notável pela quantidade e qualidade dos instrumentos manufacturados em Portugal, como o cravo de Joaquim José Antunes (1758), os violinos e violoncelos de Joaquim J. Galrão, as guitarras de D. J. Araújo e as flautas da família Haupt. Pelo seu valor e raridade merecem ainda destaque outros instrumentos, como o cravo de Pascal Taskin construído em 1782 para o Rei D. Luís XVI de França, o piano (Boisselot & Fils) que Franz Liszt trouxe de França em 1845, o oboé de Eichentopf, os cornes ingleses de Grenser e de Grunman & Floth ou o violoncelo de António Stradivari que pertenceu e foi tocado pelo rei D. Luís. Além de instrumentos, o Museu integra ainda vários espólios documentais e coleções fonográficas e iconográficas.

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  • Museu de Arte Popular Museu de Arte Popular

    O Museu de Arte Popular (MAP) foi o primeiro museu português a apresentar uma museografia integralmente moderna, ocupando um singular estatuto enquanto testemunho da história da estética europeia da 1ª metade do século XX. O MAP encerra um discurso expositivo muito próprio, do qual se destaca o design modernista, as soluções cenográficas, o diverso mobiliário expositivo e a decoração mural em todas as suas salas.
  • Edifício do Museu do Chiado - Museu Nac. de Arte Contemporânea

    Coleção de Arte Contemporânea Portuguesa de 1850 à atualidade (pintura, escultura, desenho, vídeo, fotografia, instalação).

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  • Edifício do Museu Grão Vasco Edifício do Museu Grão Vasco

    Este espaço museológico de Viseu possui um acervo que inclui obras de arte de diversa tipologia e cronologia. A colecção principal do Museu é constituída por um conjunto notável de pinturas de retábulo, provenientes da Catedral, de igrejas da região e de depósitos de outros museus, da autoria de Vasco Fernandes (c. 1475-1542), o Grão Vasco, de colaboradores e contemporâneos. O acervo inclui ainda objectos e suportes figurativos originalmente destinados a práticas litúrgicas (pintura, escultura, ourivesaria e marfins, do Românico ao Barroco), maioritariamente provenientes da Catedral e de igrejas da região, a que acrescem peças de arqueologia, uma colecção importante de pintura portuguesa dos séculos XIX e XX, exemplares de faiança portuguesa, porcelana oriental e mobiliário.

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  • Museu e Ruínas Romanas de Conímbriga Museu e Ruínas Romanas de Conímbriga

    O Museu Monográfico de Conímbriga tem como missão tutelar as Ruínas, promover a sua exposição ao público e prosseguir a investigação arqueológica; o seu acervo é exclusivamente composto pelos materiais arqueológicos recolhidos na cidade.
    A actual exposição permanente apresenta os objectos de uso quotidiano, dispostos por tema, evoca o forum monumental, a riqueza das domus, a pujança do seu comércio, a religião e crendices da população romanizada e a presença suevo-visigótica.
    Os mosaicos, preservados in situ, constituem uma grande e importante colecção muito apreciada pelos visitantes.
    A Casa dos Repuxos, possui uma área pavimentada de mosaico com 569 m2, importantes vestígios de pintura mural, um peristilo central ajardinado com um lago e jogos de água que o tornam único.

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  • Edifício do Museu Nacional de Arqueologia Edifício do Museu Nacional de Arqueologia

    O Museu Nacional de Arqueologia (MNA), tem colecções muito vastas e foi concebido pelo seu fundador, José Leite de Vasconcelos, como um “Museu do Homem Português” que “procura reunir elementos materiais que concorram para o conhecimento total da vida do homem... tudo o que defina caracteristicamente o nosso povo”.
    Ao longo da sua história, o MNA acumulou um notável acervo, distribuído por núcleos muito diversificados: arqueologia, etnografia, ourivesaria, numismática e medalhística, epigrafia pré-latina e latina, escultura, documentação escrita, mosaicos, antropologia física, etc., núcleos a que se acrescentam as notáveis «colecções comparativas» estrangeiras, arqueológicas e etnográficas, (com destaque particular para as do Antigo Egipto e da Casa Real portuguesa), e diversos legados e doações.
    A parte principal do seu acervo é, no entanto, constituída por vastíssimas colecções de Arqueologia portuguesa dos períodos pré e proto-histórico, romano, árabe e medieval.

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  • Edifício do Museu Nacional de Arte Antiga Edifício do Museu Nacional de Arte Antiga

    O Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA) alberga a mais completa coleção pública do País de pintura, escultura, artes decorativas – portuguesas, europeias e da Expansão –, desde a Idade Média até ao século XIX, incluindo o maior número de obras classificadas como “tesouros nacionais”. Entre elas, destacam-se os Painéis de São Vicente, de Nuno Gonçalves, obra-prima da pintura europeia do século XV, a Custódia de Belém, de Gil Vicente, mandada lavrar por D. Manuel I e datada de 1506, os Biombos Namban, final do século XVI, onde se regista a presença dos portugueses no Japão, as Tentações de Santo Antão, de Bosch, exemplo máximo da pintura flamenga do início do século XVI, São Jerónimo, de Dürer, inovadora representação do santo, e importantes obras de Memling, Rafael, Cranach ou Piero della Francesca.
    Instalado no Palácio dos Condes de Alvor, em Santos, o MNAA e o seu jardim (com restaurante e esplanada) gozam de uma excecional vista sobre o Rio Tejo e o porto de Lisboa.
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  • Edifício do Museu Nacional de Etnologia Edifício do Museu Nacional de Etnologia

    O acervo do Museu Nacional de Etnologia reúne um total aproximado de 40.000 objetos oriundos de diversas partes do Mundo, embora as coleções mais representativas sejam as de Portugal, continental e insular, e as do antigo Ultramar Português.
    O museu disponibiliza a exposição permanente “O museu, muitas coisas”, constituída por sete núcleos de vigência rotativa: teatro de sombras de Bali; bonecas do sudoeste de Angola; tampas de panelas com provérbios de Cabinda; máscaras e marionetas do Mali; instrumentos musicais populares Portugueses; talas de Rio de Onor (núcleo dedicado a um objeto); e a escultura de Franklim (núcleo dedicado a um autor), que resultam, na sua maioria, de coleções estudadas através de um programa intensivo de estágios que o museu tem vindo a promover.
    São ainda visitáveis dois espaços de reserva: as Galerias da Vida Rural, que contemplam os núcleos constituídos pelas coleções ilustrativas dos temas da agricultura, pastoreio, tecnologias tradicionais e equipamento doméstico na sociedade rural em Portugal, e as Galerias da Amazónia que reúnem artefatos provenientes de cerca de 40 povos da Amazónia, sobretudo brasileira.

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  • Edifício do Museu Nacional de Machado de Castro Edifício do Museu Nacional de Machado de Castro

    As colecções do museu de Coimbra espelham a riqueza da Igreja e a importância do mecenato régio às quais se devem muitas das suas obras de arte e alfaias religiosas de maior valia.
    A escultura monocromática ou policroma, em madeira e pedra, ocupa lugar cimeiro, ilustrando com numerosas obras-primas o trabalho das melhores oficinas flamengas e também a evolução das escolas portuguesas da Idade Média ao século XVIII.
    Ainda assim, os núcleos de pintura, ourivesaria, cerâmica e têxteis, impõem-se com igual importância e representatividade para a arte importada e a produção nacional.
    Distinguem-se ainda as colecções arqueológicas provenientes da cidade e as de arte oriental. 

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