Tendo como ponto de partida a colecção de cestaria africana do acervo deste museu, particularmente a de Angola e da Zâmbia, a autora discute problemas teóricos que cruzam o campo conceptual em torno de ideias e discursos que desenham hierarquias entre os objectos guardados nos museus de etnologia, e se exprimem em nominações, classificações, relevos e ocultações, com o campo etnográfico da materialidade dos objectos, das técnicas e dos seus usos.

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