3 de Setembro de 2010
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Administração Local

Lista de Conteúdos

  • Edifício da Casa de Camilo Edifício da Casa de Camilo

    Mobiliário que pertenceu a Camilo Castelo Branco e à sua família nuclear; utensílios de uso pessoal; mais de 5000 volumes de bibliografia do escritor (constituída por originais, prefácios e traduções) e sobre o escritor (muito extensa e de temática abrangente, que vai dos aspectos biográficos ou bio-bibliográficos aos estudos fecundos de exegese literária); 787 obras pertencentes à biblioteca particular do escritor; cc. de 1900 cartas, de e para Camilo; vários milhares de recortes de imprensa de teor camiliano; uma centena de exemplares periódicos em que o escritor colaborou ou foi director; e aproximadamente 1500 peças de iconografia diversa: escultura, pintura, provas fotográficas...
  • Edifício da Casa-Museu Guerra Junqueiro Edifício da Casa-Museu Guerra Junqueiro

    Apresenta das mais notáveis colecções de artes decorativas da cidade – mobiliário, ourivesaria, torêutica, têxteis, cerâmica, vidros.
    O Museu Nacional de Arte Antiga depositou na Casa-Museu uma importante colecção de escultura portuguesa e estrangeira e peças em metal, como cruzes, turíbulos, almofarizes. Estas peças foram deixadas àquela instituição por Guerra Junqueiro através de disposição testamentária.
    No pequeno jardim em frente ao Museu, podemos admirar uma escultura em bronze do Mestre Leopoldo d’Almeida, datada de 1970, que imortaliza o poeta.
  • Edifício da Casa-Museu Leal da Câmara Edifício da Casa-Museu Leal da Câmara

    Pintura, mobiliário, caricatura, desenho, tecidos, cerâmica. Arquivo fotográfico e de correspondência e documentação. Azulejos.
  • Peça de cabeça (transformada em alfinete), trabalho português, séc. XVIII Peça de cabeça (transformada em alfinete), trabalho português, séc. XVIII

    Na pintura, obras dos séculos XIX e XX, de Silva Porto, Artur Loureiro, Marques de Oliveira, Sousa Pinto, Carlos Reis, Malhoa, Roque Gameiro, Aurélia de Sousa e Sofia de Sousa, estas últimas tias maternas da doadora. A paisagem, a figura e a natureza morta são géneros amplamente representados.
    Na joalharia, expõe cerca de três centenas de peças de joalharia dos séculos XVIII ao XX, numa expressão das influências que o ouro e os diamantes do Brasil tiveram sobre esta arte, bem como de modelos posteriores de feição erudita ou popular, com recurso a uma variada gama de metais e pedras preciosas.
    Noutras áreas da Casa-Museu mostram-se o mobiliário, do qual fazem parte exemplares indo-portugueses, dos séculos XVIII, XIX e XX, e peças decorativas que pertenceram a Marta Ortigão Sampaio em evocação do ambiente burguês em que viveu ao longo do século XX, coleccionando objectos de tendências e épocas muito diversas.
  • Edifício da Casa-Museu Teixeira Lopes Edifício da Casa-Museu Teixeira Lopes

    Na Casa-Museu Teixeira Lopes: estão expostas as obras de maio relevo de António Teixeira Lopes, onde se incluem exemplares de escultura monumental (A Verdade, Flora), tumular (História, Caridade, Dor e Túmulo de Almeida Garrett), arquitectónica (Portas da Candelária), de vulto (A Viúva, Caim e Ofélia) e de carácter religioso (Rainha Santa Isabel e Santo Isidoro).
    Da sua colecção particular podemos observar um espólio rico em Artes Decorativas com colecções de mobiliário, têxteis, vidros, ourivesaria, cerâmica, etc. Salientamos a excelência da galeria de pintura do Mestre Teixeira Lopes, que permite conhecer as sensibilidades estéticas e os gostos do artista, como também nos possibilita percorrer nomes sonantes e determinantes para a compreensão da pintura portuguesa: Alfredo Keil, António Carneiro, António Ramalho, Aurélia de Sousa, Domingos Sequeira, Henrique Pousão, João Vaz, José Malhoa, Silva Porto, Sousa Pinto, Vieira Lusitano, Vieira Portuense, entre outros.
    Nas Galerias Diogo de Macedo: está patente a obra do Escultor Diogo de Macedo (1889-1959) e a sua significativa colecção de arte destacando-se, pela qualidade plástica, o núcleo de Pintura Modernista com obras de Amadeu Sousa Cardoso, Almada Negreiros, Dórdio Gomes, Francisco Franco, Júlio Pomar entre outros e, pela raridade, o núcleo de Arte Negra.
    Da sua colecção de Artes Decorativas, destacam-se valiosos exemplares de mobiliário, marfins indo-portugueses (sécs.XVII-XVIII), porcelanas brancas da dinastia Quing e figuras d epresépio atribuídas às oficinas de Machado de Castro (séc. XVIII).
    A existência de uma sala destinada a exposições temporárias é um convite para o público visitar este espaço com frequência e curiosidade.
  • Mundet - Edifício das Caldeiras de Cozer Cortiça Mundet - Edifício das Caldeiras de Cozer Cortiça

    Colecções móveis e fundos documentais, património imóvel, sítios arqueológicos e embarcações tradicionais a navegarem no rio Tejo. Destacam-se:
    - as colecções arqueológicas, nomeadamente da Olaria Romana da Quinta do Rouxinol;
    - as colecções industriais, nomeadamente da corticeira Mundet;
    - as colecções etnográficas e de cultura flúvio-marítima, nomeadamente de estaleiros navais tradicionais do estuário do Tejo;
    - as colecções de azulejaria (séculos XVI a XX);
    - as colecções e fundos documentais (imprensa local, fotografia, bibliografia e documentos variados, incluindo fundo antigo da Câmara).
    O Ecomuseu dinamiza ainda um importante património imaterial ou incorpóreo, ligado à preservação e transmissão de saber-fazer nas áreas da moagem, construção naval e navegação tradicional.
  • Edifício do Museu Anjos Teixeira Edifício do Museu Anjos Teixeira

    Legado artístico de dois grandes escultores portugueses contemporâneos – Artur Anjos Teixeira (1880-1935) e Pedro Anjos Teixeira (1908-1997), respectivamente pai e filho. Está exposta grande parte da obra dos dois escultores (mármores, gessos, bronzes, maquetas, desenhos, esboços e modelos). Destacam-se os trabalhos figurativos de temática humana e animal, com especial realce para as representações dos homens e mulheres do povo, fixados pelos dois escultores nas suas diversas profissões, atitudes e trajos característicos.
  • Colecção de Epigrafia Latina, sécs. I a. c. a III d.c., Sintra Colecção de Epigrafia Latina, sécs. I a. c. a III d.c., Sintra

    O acervo do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas é composto maioritariamente por colecções de arqueologia provenientes, quase na totalidade, das diversas estações arqueológicas existentes no Concelho de Sintra. O conjunto do espólio arqueológico constitui-se em dois núcleos próprios, designadamente o acervo lapidar - onde se inclui a colecção epigráfica, de temática religiosa e funerária, atribuível aos períodos romano, medieval e moderno - e as colecções de peças arqueológicas que evocam o quotidiano das comunidades que se fixaram na região sintrense desde o Paleolítico. Merece especial destaque o conjunto de epigrafia latina que individualiza este espaço museológico dos seus congéneres nacionais.
  • Edifício do Museu Bernardino Machado Edifício do Museu Bernardino Machado

    Âmbito temático: Bernardino Machado. Colecção constituída pelos seguintes núcleos: fundo documental (diplomas, cartas, fotografias, etc.), monografias, quadros, vestuário, mobiliário, objectos pessoais, artes decorativas. Período Cronológico: [1835-1944].
  • O PORTO, Charles Napier Hemy, pintura a óleo, 1881 O PORTO, Charles Napier Hemy, pintura a óleo, 1881

    O Museu da Cidade é constituído pelos seguintes núcleos: 
    Museu Romântico - O Museu Romântico da Quinta da Macieirinha está instalado numa casa oitocentista que se desenvolve em dois andares, com o seu pátio à frente, de um lado o bosque e de outro o jardim e terrenos agrícolas.
     Casa do Infante/Torre Nova- Este núcleo museológico não possui uma colecção no sentido tradicional do termo, uma vez que apresenta ruínas musealizadas in situ. Os objectos e as ruínas que podem observar-se, situam-se mais próximo do conceito de “arqueo-sítio”. Reportam-se aos períodos medieval e moderno, épocas em que funcionaram neste espaço a Casa da Moeda e a Alfândega do Porto.
    Museu do Vinho do Porto  - A criação do Museu do Vinho do Porto foi prevista no Protocolo assinado entre a Câmara Municipal do Porto e o Instituto de Financiamento e Apoio ao Turismo, em 1997.
    Trata-se de um núcleo dedicado à importância que este produto teve e tem no desenvolvimento histórico da cidade e sua caracterização física e social.
    A sua organização tem por base uma investigação que se traduz, em termos de exposição permanente, num conjunto de painéis fixos de carácter informativo e em postos multimédia dispersos pelo circuito expositivo. Paralelamente, o Museu apresenta uma selecção de objectos – arqueológicos, de artes decorativas, pintura, etc. – que se encontram em regime de depósito.
     Gabinete de Numismática- As colecções são constituídas por moedas, medalhas nacionais e estrangeiras, condecorações e notas bancárias. As colecções de numismática integram moedas portuguesas e peças estrangeiras de diferentes épocas, tais como gregas, romanas (república e império), hispânicas, suevas, visigodas e árabes.
    A colecção inicial foi sendo progressivamente enriquecida através de ofertas, compra e em resultado de achados fortuitos nas obras de renovação urbana. A futura integração do espólio numismático proveniente das intervenções arqueológicas que nos últimos anos têm sido feitas por toda a cidade, irá por certo enriquecer este já valioso espólio.
     Arqueosítio da Rua de Dom Hugo- Aqui foram pela primeira vez identificados vestígios “in situ” do castro proto-histórico que esteve na origem do centro urbano, bem como das ocupações romana e alti-medieval que lhe sucederam. Os restos de habitações e arruamentos da Baixa Idade Média permitem reconstituir alguns traços do urbanismo antigo desta área, relevante pela proximidade a que se encontra da cerca amuralhada, registando-se ainda interessantes vestígios das épocas moderna e contemporânea.
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