16 de Abril de 2014
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Lisboa e Vale do Tejo

Lista de Conteúdos

  • Edifício da Casa-Museu Leal da Câmara Edifício da Casa-Museu Leal da Câmara

    Pintura, mobiliário, caricatura, desenho, tecidos, cerâmica. Arquivo fotográfico e de correspondência e documentação. Azulejos.
  • Ecomuseu Municipal do Seixal

    Ecomuseu Municipal do Seixal
    Coleções móveis e fundos documentais, património imóvel, sítios arqueológicos e embarcações tradicionais a navegarem no rio Tejo. Destacam-se:
    - as coleções arqueológicas, nomeadamente da Olaria Romana da Quinta do Rouxinol;
    - as coleções industriais, nomeadamente da Fábrica de Cortiça da Mundet & C.ª, Lda. (Seixal);
    - as coleções etnográficas e de cultura flúvio-marítima, nomeadamente de estaleiros navais tradicionais do estuário do Tejo;
    - as coleções de azulejaria (séculos XVI a XX);
    - as coleções e fundos documentais (imprensa local, fotografia, bibliografia e documentos variados, incluindo fundo antigo da Câmara).
    Para além do património material incorporado no seu acervo, o Ecomuseu Municipal do Seixal (EMS) integra e dinamiza um importante património cultural imaterial, nomeadamente através da preservação e da transmissão de técnicas e saber-fazer ligados à tipografia, à moagem, à construção naval tradicional em madeira, à navegação à vela tradicional no estuário do Tejo e à produção de energia mecânica a vapor, que no contexto do trabalho museológico estão associados respetivamente à oficina tradicional de artes gráficas no Espaço Memória – Tipografia Popular do Seixal, ao Moinho de Maré de Corroios, à oficina de modelismo naval no Núcleo Naval, às embarcações tradicionais, e ao circuito da pólvora negra, na Fábrica de Pólvora de Vale de Milhaços.
  • Edifício do Museu Anjos Teixeira Edifício do Museu Anjos Teixeira

    Legado artístico de dois grandes escultores portugueses contemporâneos – Artur Anjos Teixeira (1880-1935) e Pedro Anjos Teixeira (1908-1997), respectivamente pai e filho. Está exposta grande parte da obra dos dois escultores (mármores, gessos, bronzes, maquetas, desenhos, esboços e modelos). Destacam-se os trabalhos figurativos de temática humana e animal, com especial realce para as representações dos homens e mulheres do povo, fixados pelos dois escultores nas suas diversas profissões, atitudes e trajos característicos.
  • Museu Arqueológico São Miguel de Odrinhas Museu Arqueológico São Miguel de Odrinhas

    O acervo do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas é composto maioritariamente por colecções de arqueologia provenientes, quase na totalidade, das diversas estações arqueológicas existentes no Concelho de Sintra. O conjunto do espólio arqueológico constitui-se em dois núcleos próprios, designadamente o acervo lapidar - onde se inclui a colecção epigráfica, de temática religiosa e funerária, atribuível aos períodos romano, medieval e moderno - e as colecções de peças arqueológicas que evocam o quotidiano das comunidades que se fixaram na região sintrense desde o Paleolítico. Merece especial destaque o conjunto de epigrafia latina que individualiza este espaço museológico dos seus congéneres nacionais.
  • Fachada Museu da Música Portuguesa - Casa Verdades de Faria Fachada Museu da Música Portuguesa - Casa Verdades de Faria

    As colecções que integram o Museu da Música Portuguesa resultaram da actividade das suas duas figuras tutelares e da política de incorporações do museu. Reflectem a cultura e a actividade musical, artística e política do século XX português. Abrangem áreas da música, musicologia e etnomusicologia, etnografia, história, literatura, artes plásticas e decorativas. São referência a colecção de instrumentos musicais populares portugueses, a colecção de objectos etnográficos relativos ao linho e à arte pastoril, ambas fruto da recolha de Giacometti, uma colecção de artes plásticas e decorativas, que integra um conjunto de quadros e objectos pessoais de Lopes-Graça, o mobiliário histórico e estatuária da Casa Verdades de Faria, assim como o seu património integrado - azulejos, frescos e cantarias. A colecção documental inclui os fundos Michel Giacometti e Fernando Lopes-Graça, com as bibliotecas pessoais, partoteca, as recolhas de campo e bibliográficas de Giacometti, a Obra Musical de Fernando Lopes-Graça, vasta correspondência, fotografias, dossiers de imprensa, programas de concerto. Por último destacamos a biblioteca de música portuguesa do maestro Álvaro Cassuto.
  • Edifício do Museu da Pólvora Negra Edifício do Museu da Pólvora Negra

    O Museu da Pólvora Negra, integrado na antiga Fábrica da Pólvora de Barcarena, tem como finalidade preservar e perpetuar a memória da actividade desenvolvida neste estabelecimento fabril, nos seus cerca de quinhentos anos de laboração. O seu acervo divide-se nas categorias de Ciência/Técnica, História, Militar e Indústria e a colecção reporta-se, cronologicamente, à época de origem do fabrico da pólvora em Barcarena, no século XVI, até ao seu fecho, em 1988. Quanto à temática, esta prende-se, particularmente, com o fabrico da pólvora negra em Barcarena.
  • Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado no Vale do Tejo Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado no Vale do Tejo

    O Museu Dr. João Calado Rodrigues possui um acervo que integra quatro núcleos: história natural (importante colecção de fósseis, provenientes de formações do Pré-Câmbrico da região), etnografia (exemplares de cultura material de algumas profissões tradicionais), arte sacra (limitado a algumas peças de valor desigual) e arqueologia. O núcleo arqueológico é o mais importante, e integra actualmente cerca de 6.000 existências, provenientes de prospecções e de escavações (com destaque para os registos de contextos de arte rupestre e para as colecções de indústrias líticas associadas aos depósitos fluviais do Tejo) e achados isolados com valor patrimonial (especialmente da Idade do Bronze). O acervo documental é igualmente importante, merecendo destaque a documentação de arte pré-histórica (pinturas e gravuras). As colecções de arqueologia encontram-se em rápida expansão, mercê da actual dinâmica de investigação do Museu. As incorporações no Museu, com raras excepções, restringem-se ao Concelho de Mação.
  • Menino Jesus, séc. XVIII Menino Jesus, séc. XVIII

    O Museu reúne uma colecção de arte sacra portuguesa e de etnografia de vários países do mundo. O acervo de arte sacra, recolhido no território português, é composto por uma colecção de presépios, imagens de Menino Jesus e crucifixos, ilustrando a religiosidade do povo português entre os séculos XIV e XX. Na colecção de etnografia existem objectos de uso quotidiano dos povos com quem os missionários têm contacto. Expõe na Sala dos Pastorinhos as relíquias dos beatos Francisco e Jacinta Marto.
  • Exterior do Museu de Cerâmica

    As colecções do Museu são constituídas por uma síntese representativa de vários centros cerâmicos portugueses e estrangeiros, desde o século XVI aos nossos dias. Predomina a produção caldense que abrange desde as formas oláricas, a produção artística do século XIX com autores como Manuel Mafra, introdutor, neste centro, do estilo naturalista de Bernard Palissy, até à produção contemporânea de alguns ceramistas caldenses como Ferreira da Silva ou Eduardo Constantino.
    Merece destaque o importante e versátil núcleo de cerâmicas da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro, executado na Fábrica de Faianças de Caldas da Rainha, bem como a produção Arte Nova de Costa Motta Sobrinho.
    As colecções integram ainda núcleos de miniatura com destaque para as obras de Mestre Elias e de azulejaria.

    Como chegar...
  • Edifício do Museu de Cerâmica de Sacavém Edifício do Museu de Cerâmica de Sacavém

    No acervo do Museu de Cerâmica destacam-se dois núcleos: peças fabricadas na Fábrica, abrangendo as seguintes tipologias - loiça doméstica, loiça decorativa, loiça de higiene/sanitária e cerâmica de revestimento; materiais e utensílios usados na fabricação - moldes de gesso e madeira, materiais de experimentação e do laboratório, maquinarias, pigmentos originais instrumentos de trabalho.
    Em termos cronológicos abrange um período desde 1865 até à década de 80 do século XX (no seu total é constituído por 8000 peças). Depósitos a longo prazo, loiças 1500 peças, azulejos 6000 unidades, destacando-se neste núcleo de azulejaria a coleção em depósito de Feliciano David e Graciete Rodrigues.
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