24 de Maio de 2013
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Lista de Conteúdos

  • Museu Convento dos Lóios Museu Convento dos Lóios

    Dois períodos de incorporação:
    • 1938/1943 Criação da Biblioteca-Museu de Vila da Feira
    • A partir de 1992 - Reorganização do Museu Municipal com a divulgação de actividades de carácter cultural no sentido de envolver a comunidade.
    Coleções de Arqueologia, História local e Etnografia representativas da ocupação do território, da construção da sua história, das artes, dos ofícios, das tradições e costumes, civis e religiosos, que marcaram a identidade e cultura desta região que, na fundação da nacionalidade portuguesa, se designava por Terra de Santa Maria e que, no séc. XV, se transformou em condado da Feira.
  • Edifício do Museu da Guarda

    O acervo do Museu, é constituído por colecções de arqueologia, numismática, escultura sacra dos séculos XIII a XVIII, pintura sacra dos séculos XVI a XVIII e armaria dos séculos XVII a XX. Encontramos ainda cerâmica, fotografia, etnografia regional, pintura e desenho de finais do século XIX e 1ª metade do século XX.
    Merecem particular destaque: duas espadas da idade do Bronze, uma fíbula anular hispânica do séculos V/VI a. C., a colecção de numismática romana e um torso Imperial Romano do século II; na escultura, um granito policromado do século XIII, representando N.ª Sr.ª da Consolação, o Altar da Anunciação século XVI e os espaldares de cadeiral dos séculos XVI e XVIII; a colecção de armas inclui peças do século XVII ao XX, que documentam a evolução da armaria; na pintura encontramos desenhos de Carlos Reis, António Carneiro, óleos de Columbano, Eduarda Lapa, Almeida e Silva e João Vaz, entre outros; as colecções etnográficas permitem uma leitura das principais actividades económicas da região.

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  • Edifício do Museu da Imagem em Movimento Edifício do Museu da Imagem em Movimento

    A colecção do m|i|mo encontra-se dividida em três áreas: pré-cinema, fotografia e cinema.
    Na área do pré-cinema o m|i|mo tem á disposição do público, teatros de sombras, iconografia diversa, máquinas e brinquedos ópticos, lanternas mágicas e uma colecção significativa de vidros para lanterna mágica.
    A colecção de fotografia é constituída por máquinas fotográficas, visores e imagens fotográficas com especial incidência na fotografia estereoscópica.
    A área do cinema dedica-se essencialmente aos diversos tipos de projectores de filmes, câmaras de filmar entre outros.
  • Edifício do Museu da Pedra Edifício do Museu da Pedra

    O museu possui as seguintes colecções: Arqueologia – artefactos arqueológicos e sílex, datados do Paleolítico Médio, recolhidos em diversas estações arqueológicas do concelho; colecção de paleontologia constituída por inúmeros fósseis em calcário de Ançã; Geologia – composta por uma grande parte de litologias que afloram na região de Cantanhede; Ferramentas Tradicionais – Ferramentas usadas na execução de trabalhos em pedra; Peças Artísticas – Colecção muito diversificada, que atesta a vasta utilização da Pedra de Ançã ao longo dos séculos.
  • Museu da Villa Romana do Rabaçal- Palácio Romano

    A Villa romana do Rabaçal é um museu polinucleado, distribuído por três pólos principais: 1 – Espaço-museu / núcleo-sede, dotado de recepção, sala de leitura, estudo e documentação, sala de reserva e tratamento de materiais, sala de exposição dos achados, bem como de um espaço polivalente, servindo de auditório e sala de exposições temporárias, situado na Rua da Igreja, no Rabaçal, sede de freguesia do mesmo nome, do concelho de Penela; 2 – Estação arqueológica da Villa tardo-romana (dotada de edifício de apoio com recepção, salas de apoio à visita e aos trabalhos arqueológicos, reserva e sanitários), junto à aldeia da Ordem, datada do século IV d.C., local de origem e de compreensão de todos os achados, onde foram identificados a pars urbana, residência senhorial ou palácio romano, o balneário, a pars rustica ou casa da lavoura (dotada de pátio agrícola, alpendres, eira, oficinas e habitação dos servos), as nascentes e os sistemas elevatórios de água; 3 – Vista panorâmica de Chanca, cujo Miradouro foi construído em 2002, sendo dotado de espaço de descanso e painel explicativo de vários pontos de interesse na Paisagem.

    Quanto à presença de vestígios de época romana no local dos Moroiços, Ordem, Rabaçal, é conhecida desde, pelo menos, o princípio do século XX (ROCHA, 1905, nº 4605). Também se lhe referem Bento Vieira e Bairrão Oleiro (1956) e, ainda, Jorge de Alarcão (1974, p. 197). O local foi visitado em 1979 e os trabalhos sistemáticos de escavação arqueológica tiveram início em 1984, com o apoio de uma equipa de voluntários, sendo que as campanhas de escavação continuam no presente.

    De então para cá, sucederam-se muitos anos de trabalho, para o que houve o apoio logístico da Câmara Municipal de Penela, de outras instituições e da população local, acrescido do muito empenho científico e de milhares de horas de labor voluntário. Este envolvimento deu lugar a um discurso museológico mobilizador apoiado em três pilares: população, autarquia e investigadores, assumindo a forma de desafio denominado por “triângulo de sobrevivência do projecto”, o qual, segundo o sociólogo Dan Bernfeld, assume três vertentes: a formação e o emprego local, a habitação e a qualidade de vida, a identidade e a abertura cultural.

    Foi então, em 1986, iniciado o processo de aquisição dos terrenos pelo Município de Penela, terrenos esses inicialmente disponibilizados pelos pequenos proprietários. Os materiais recolhidos tiveram de ser guardados por elementos da população até ao momento em que foi cedido o Salão Nobre da Junta de Freguesia do Rabaçal, no qual foi instalada a primeira exposição. Esta Reserva Visitável dos materiais até então recolhidos nos trabalhos da escavação arqueológica foi aberta à população e aos públicos, em 1993. Foi, entretanto, criada a Associação de Amigos da Villa Romana do Rabaçal, que preparou o catálogo provisório e a definição dos espaços do futuro Espaço-museu.

    Decorrente do exposto, por deliberação da Câmara Municipal de Penela, de 17 de Agosto de 1998, foi votada favoravelmente a construção do Espaço-museu da Villa romana do Rabaçal, que ficou concluída em Maio de 2001 e, desde logo, aberta à população e aos públicos.”
  • Edíficio do Museu de Aveiro

    O Museu de Aveiro, museu de História e Arte, instituído no antigo Convento de Jesus, da Ordem Dominicana feminina, em Aveiro, é formado pela área monumental e pela exposição permanente.
    A área monumental evidencia o traçado conventual que remonta ao séc. XV, designadamente da Igreja de Jesus e do claustro, concluídos no séc. XVI, o estilo Barroco do coro baixo, com o túmulo da Princesa Santa Joana (1693-1711), do coro alto e de diversas capelas devocionais, dos sécs. XVII e XVIII, e a fachada “apalaçada”, fisionomia do museu, do séc. XVIII.
    A exposição permanente apresenta obras de Pintura, Escultura, Talha, Azulejo, Ourivesaria e Têxteis, dos sécs. XIV-XV ao séc. XIX, provenientes de conventos extintos de Aveiro e de outras regiões do país. Da colecção do Livro Antigo e dos Manuscritos, documentos da fundação do convento e da vida da Princesa Santa Joana (m. 1490), filha de D. Afonso V, figura incontornável na história do Convento.
    Do acervo do Museu constam ainda as colecções de Cerâmica, Vidros, Metais e a Arqueologia.

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  • Núcleo das Tinturarias da Real Fábrica de Panos Núcleo das Tinturarias da Real Fábrica de Panos

    O património dos Núcleos da Real Fábrica Veiga/Centro de Interpretação dos Lanifícios e da Real Fábrica de Panos inserem-se no âmbito das disciplinas de:
    • História - Pré e proto industrialização dos lanifícios, séculos XVII-XVIII, e industrialização dos lanifícios, séculos XIX e XX, a partir da caracterização económica, social, técnica e cultural da Covilhã e da região da Serra da Estrela que deve o seu desenvolvimento à mono-industrialização dos lanifícios;
    • Ciência e Técnica – Através dos equipamentos, objectos e ilustrações patentes nas áreas expositivas pretende-se demonstrar processos científicos e técnicos aplicados no âmbito do subsector de actividade têxtil/lanifícios;
    • Arqueologia – Na Real Fábrica de Panos conservam-se as estruturas arquitectónicas e arqueológicas postas a descoberto na área das tinturarias oitocentistas, bem como os achados recuperados durante as intervenções arqueológicas realizadas (1986-1992) e integrados na exposição permanente e em reserva. Idêntica situação se verifica no âmbito da intervenção em curso no Núcleo da Real Fábrica Veiga, que permitiu a conservação das estruturas de assentamento das caldeiras de vapor e a sua integração no projecto museológico.
  • Museu do Caramulo Museu do Caramulo

    A colecção de Arte mostra pintura portuguesa (Grão Vasco, Sousa Cardoso, Vieira da Silva) e estrangeira (Quentin Metsys, Jordaens, Picasso), as quatro tapeçarias Tournai do século XVI, para além dos núcleos de arqueologia, escultura, cerâmica e mobiliário.
    A colecção de automóveis antigos inclui um Peugeot de 1899, uma Bugatti 35-B, de 1930, Rolls-Royce Phantom III (o “carro dos Papas”), Ferrari F-195 Inter e o Mercedes blindado que esteve ao serviço de Salazar. Em perfeito estado de circulação, esta colecção documenta bem o primeiro século de vida do Automóvel em Portugal.
  • Caixa Métrica Museu Escolar de Marrazes

    O Museu Escolar possui uma colecção do início do século XIX, relativa aos grandes pedagogos e que culmina na década de 70 do século XX. Compreende mobiliário, equipamento e utensílios escolares e pedagógicos, iconografia, brinquedos, equipamentos, documentos e vasto espólio bibliográfico e documental.
  • Entrada do Museu Francisco Tavares Proença Júnior Entrada do Museu Francisco Tavares Proença Júnior

    O núcleo original do Museu tem por base a colecção arqueológica de Francisco Tavares Proença Júnior, posteriormente enriquecido com peças de arte antiga provenientes do recheio do Paço Episcopal e com incorporações sucessivas de espólios arqueológicos, paramentaria e colchas bordadas, estas últimas provenientes da colecção Ernesto de Vilhena. Durante os anos oitenta do século XX, incorporou diversas obras de arte contemporânea.

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