-

Edifício da Casa de Camilo
Actualizado em 3 de Junho de 2011
Mobiliário que pertenceu a Camilo Castelo Branco e à sua família nuclear; utensílios de uso pessoal; mais de 5000 volumes de bibliografia do escritor (constituída por originais, prefácios e traduções) e sobre o escritor (muito extensa e de temática abrangente, que vai dos aspectos biográficos ou bio-bibliográficos aos estudos fecundos de exegese literária); 787 obras pertencentes à biblioteca particular do escritor; cc. de 1900 cartas, de e para Camilo; vários milhares de recortes de imprensa de teor camiliano; uma centena de exemplares periódicos em que o escritor colaborou ou foi director; e aproximadamente 1500 peças de iconografia diversa: escultura, pintura, provas fotográficas...
-

Edifício da Casa-Museu Abel Salazar
Actualizado em 10 de Abril de 2012
Património artístico, científico e literário de Abel Salazar (nasceu em Guimarães em 1889, doutorou-se na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, viveu durante 30 anos na casa hoje museu localizada em S. Mamede de Infesta e morreu em Lisboa em 1946).
-

Edifício da Casa-Museu Teixeira Lopes
Actualizado em 26 de Março de 2010
Na Casa-Museu Teixeira Lopes: estão expostas as obras de maio relevo de António Teixeira Lopes, onde se incluem exemplares de escultura monumental (A Verdade, Flora), tumular (História, Caridade, Dor e Túmulo de Almeida Garrett), arquitectónica (Portas da Candelária), de vulto (A Viúva, Caim e Ofélia) e de carácter religioso (Rainha Santa Isabel e Santo Isidoro).
Da sua colecção particular podemos observar um espólio rico em Artes Decorativas com colecções de mobiliário, têxteis, vidros, ourivesaria, cerâmica, etc. Salientamos a excelência da galeria de pintura do Mestre Teixeira Lopes, que permite conhecer as sensibilidades estéticas e os gostos do artista, como também nos possibilita percorrer nomes sonantes e determinantes para a compreensão da pintura portuguesa: Alfredo Keil, António Carneiro, António Ramalho, Aurélia de Sousa, Domingos Sequeira, Henrique Pousão, João Vaz, José Malhoa, Silva Porto, Sousa Pinto, Vieira Lusitano, Vieira Portuense, entre outros.
Nas Galerias Diogo de Macedo: está patente a obra do Escultor Diogo de Macedo (1889-1959) e a sua significativa colecção de arte destacando-se, pela qualidade plástica, o núcleo de Pintura Modernista com obras de Amadeu Sousa Cardoso, Almada Negreiros, Dórdio Gomes, Francisco Franco, Júlio Pomar entre outros e, pela raridade, o núcleo de Arte Negra.
Da sua colecção de Artes Decorativas, destacam-se valiosos exemplares de mobiliário, marfins indo-portugueses (sécs.XVII-XVIII), porcelanas brancas da dinastia Quing e figuras d epresépio atribuídas às oficinas de Machado de Castro (séc. XVIII).
A existência de uma sala destinada a exposições temporárias é um convite para o público visitar este espaço com frequência e curiosidade.
-

Museu Abade Baçal
Actualizado em 22 de Julho de 2011
As principais colecções que integram o acervo do museu são Arqueologia, Epigrafia, Arte Sacra, Pintura, Ourivesaria, Numismática, Mobiliário e Etnografia. O espólio do museu tem sido gradualmente enriquecido através de doações, legados e aquisições.
O Museu foi criado por Decreto Lei em 13 de Novembro de 1915 sob a designação de Museu Regional de Obras de Arte, Peças Arqueológicas e Numismática de Bragança. Em 1935, data da jubilação do Abade de Baçal, passa a designar-se Museu do Abade de Baçal, em homenagem ao erudito, investigador e também Director do Museu entre 1925 e 1935.
Revestiu-se de grande importância para o Museu a acção do Dr. Raul Teixeira, Director do Museu do Abade de Baçal entre 1935 e 1955. Grande impulsionador da cultura da região e defensor do seu património, que desempenhou um papel decisivo na projecção do Museu e na angariação de parte significativa do seu acervo, visando as excelentes relações que tinha junto dos meios culturais e artísticos da época.
Como chegar...
-

Museu Agrícola de Entre Douro e Minho
Actualizado em 26 de Março de 2010
Constituído por colecções de cariz etnográfico e técnico-cientifico na área da agricultura, o acervo do Museu Agrícola é formado essencialmente por alfaias e maquinaria agrícola e foi constituído através de recolhas sistemáticas que decorreram essencialmente durante as décadas de 80 e 90, por toda a região de Entre Douro e Minho, com especial destaque para o património da Direcção Regional e Ministério da Agricultura. São de realçar as colecções de transportes e sistemas de atrelagem, as colecções relacionadas com o ciclo produtivo do milho, ciclo do linho, o vinho e a vinha, o leite e os laticínios.
O conjunto de edifícios dos finais do século XIX, no qual o Museu se encontra instalado, merece também ser destacado, enquanto elemento museográfico de grande valor e representatividade, atribuindo às colecções maior significado e favorecendo a sua contextualização.
-

Edifício do Museu Bernardino Machado
Actualizado em 26 de Março de 2010
Âmbito temático: Bernardino Machado. Colecção constituída pelos seguintes núcleos: fundo documental (diplomas, cartas, fotografias, etc.), monografias, quadros, vestuário, mobiliário, objectos pessoais, artes decorativas. Período Cronológico: [1835-1944].
-

Museu Convento dos Lóios
Actualizado em 25 de Junho de 2010
Dois períodos de incorporação:
• 1938/1943 Criação da Biblioteca-Museu de Vila da Feira
• A partir de 1992 - Reorganização do Museu Municipal com a divulgação de actividades de carácter cultural na tentativa de envolver a comunidade.
Colecções representativas da Arqueologia e História, das vivências tradicionais locais da região e são distribuídas pelas seguintes categorias: armas, cerâmica, desenho, epigrafia, equipamentos e utensílios, escultura, espólio documental, transporte, fotografia, gravura, instrumentos científicos, instrumentos musicais, medalhística, meios de transporte, metais, mobiliário, numismática, pintura, têxteis, traje, vidros, alfaia agrícola, tanoaria, iluminação, matérias-primas, adereços e objectos de adorno, tecnologia do calçado, têxtil, do ferro, da madeira e moagem.
Constam ainda, as doações resultantes de actos oficiais ou acções da vida política da sua tutela, a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira.
-

Edifício do Museu da Casa Grande
Actualizado em 26 de Março de 2010
Os acervos do museu começaram a ser reunidos no início da década de oitenta, contemplem, principalmente, a arqueologia, a etnografia regional e a história local.
A colecção arqueológica é proveniente das sucessivas campanhas arqueológicas organizadas na freguesia de Freixo de Numão pela tutela do museu. Esta colecção estende-se cronologicamente desde o Paleolítico até a Idade Moderna, com especial ênfase para o período Romano, permitindo assim perceber melhor as várias ocupações deste território.
Para além dos vestígios arqueológicos, o Museu da Casa Grande é igualmente rico em testemunhos do passado recente. Alfaias e utensílios agrícolas directamente ligados ao amanho da terra e objectos ligados à panificação, à pastorícia, à produção de vinho, de azeite e de amêndoa, compõem a colecção etnográfica.
No âmbito da história local tem sido efectuada a recolha de materiais e documentação relacionados com a história da antiga sede do concelho. Estes espólios complementam-se entre si fazendo parte de uma orientação pedagógica, que estabelece a fonte entre o passado e o presente.
-

Museu da Chapelaria
Actualizado em 17 de Junho de 2010
Espólio industrial proveniente de empresas locais e doações particulares, datado das primeiras cinco décadas do séc. XX - máquinas e ferramentas do fabrico do feltro e dos chapéus, material de escritório, mostruários, matérias-primas, feltros e chapéus e mobiliário. O museu dispõe de uma significativa colecção de testemunhos orais de ex-patrões, ex-operários e comerciais desta indústria.
No centro de documentação estão arquivados cerca de 30.000 documentos da Empresa Industrial de Chapelaria e da Empresa Vieira Araújo, referentes ao século XX (entre as décadas de 20 e 70).
-

Edifício do Museu da Fundação Cupertino de Miranda
Actualizado em 26 de Março de 2010
Pintura, desenho, escultura e gravura, maioritariamente de artistas surrealistas, mais especificamente do Surrealismo português.