24 de Abril de 2014
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Porto

Lista de Conteúdos

  • Edifício da Casa-Museu Guerra Junqueiro Edifício da Casa-Museu Guerra Junqueiro

    Apresenta das mais notáveis colecções de artes decorativas da cidade – mobiliário, ourivesaria, torêutica, têxteis, cerâmica, vidros.
    O Museu Nacional de Arte Antiga depositou na Casa-Museu uma importante colecção de escultura portuguesa e estrangeira e peças em metal, como cruzes, turíbulos, almofarizes. Estas peças foram deixadas àquela instituição por Guerra Junqueiro através de disposição testamentária.
    No pequeno jardim em frente ao Museu, podemos admirar uma escultura em bronze do Mestre Leopoldo d’Almeida, datada de 1970, que imortaliza o poeta.
  • Peça de cabeça (transformada em alfinete), trabalho português, séc. XVIII Peça de cabeça (transformada em alfinete), trabalho português, séc. XVIII

    Na pintura, obras dos séculos XIX e XX, de Silva Porto, Artur Loureiro, Marques de Oliveira, Sousa Pinto, Carlos Reis, Malhoa, Roque Gameiro, Aurélia de Sousa e Sofia de Sousa, estas últimas tias maternas da doadora. A paisagem, a figura e a natureza morta são géneros amplamente representados.
    Na joalharia, expõe cerca de três centenas de peças de joalharia dos séculos XVIII ao XX, numa expressão das influências que o ouro e os diamantes do Brasil tiveram sobre esta arte, bem como de modelos posteriores de feição erudita ou popular, com recurso a uma variada gama de metais e pedras preciosas.
    Noutras áreas da Casa-Museu mostram-se o mobiliário, do qual fazem parte exemplares indo-portugueses, dos séculos XVIII, XIX e XX, e peças decorativas que pertenceram a Marta Ortigão Sampaio em evocação do ambiente burguês em que viveu ao longo do século XX, coleccionando objectos de tendências e épocas muito diversas.
  • O PORTO, Charles Napier Hemy, pintura a óleo, 1881 O PORTO, Charles Napier Hemy, pintura a óleo, 1881

    O Museu da Cidade é constituído pelos seguintes núcleos: 
    Museu Romântico - O Museu Romântico da Quinta da Macieirinha está instalado numa casa oitocentista que se desenvolve em dois andares, com o seu pátio à frente, de um lado o bosque e de outro o jardim e terrenos agrícolas.
     Casa do Infante/Torre Nova- Este núcleo museológico não possui uma colecção no sentido tradicional do termo, uma vez que apresenta ruínas musealizadas in situ. Os objectos e as ruínas que podem observar-se, situam-se mais próximo do conceito de “arqueo-sítio”. Reportam-se aos períodos medieval e moderno, épocas em que funcionaram neste espaço a Casa da Moeda e a Alfândega do Porto.
    Museu do Vinho do Porto  - A criação do Museu do Vinho do Porto foi prevista no Protocolo assinado entre a Câmara Municipal do Porto e o Instituto de Financiamento e Apoio ao Turismo, em 1997.
    Trata-se de um núcleo dedicado à importância que este produto teve e tem no desenvolvimento histórico da cidade e sua caracterização física e social.
    A sua organização tem por base uma investigação que se traduz, em termos de exposição permanente, num conjunto de painéis fixos de carácter informativo e em postos multimédia dispersos pelo circuito expositivo. Paralelamente, o Museu apresenta uma selecção de objectos – arqueológicos, de artes decorativas, pintura, etc. – que se encontram em regime de depósito.
     Gabinete de Numismática- As colecções são constituídas por moedas, medalhas nacionais e estrangeiras, condecorações e notas bancárias. As colecções de numismática integram moedas portuguesas e peças estrangeiras de diferentes épocas, tais como gregas, romanas (república e império), hispânicas, suevas, visigodas e árabes.
    A colecção inicial foi sendo progressivamente enriquecida através de ofertas, compra e em resultado de achados fortuitos nas obras de renovação urbana. A futura integração do espólio numismático proveniente das intervenções arqueológicas que nos últimos anos têm sido feitas por toda a cidade, irá por certo enriquecer este já valioso espólio.
     Arqueosítio da Rua de Dom Hugo- Aqui foram pela primeira vez identificados vestígios “in situ” do castro proto-histórico que esteve na origem do centro urbano, bem como das ocupações romana e alti-medieval que lhe sucederam. Os restos de habitações e arruamentos da Baixa Idade Média permitem reconstituir alguns traços do urbanismo antigo desta área, relevante pela proximidade a que se encontra da cerca amuralhada, registando-se ainda interessantes vestígios das épocas moderna e contemporânea.
  • Museu da Fundação Maria Isabel Guerra Junqueiro e Luís de Mesquita Carvalho Museu da Fundação Maria Isabel Guerra Junqueiro e Luís de Mesquita Carvalho

    Estão expostos a biblioteca e o escritório de Guerra Junqueiro, as salas evocadoras da instituição e o átrio onde se revelam os gostos da Família Junqueiro.
    Nas salas de exposição do piso superior apresentam-se colecções de faiança portuguesa dos séculos XVIII e XIX, pintura renascentista (destaca-se obra de Jerónimo Bosch e alguns primitivos catalães), louça Ming e mobiliário arcaico, entre outros.
  • Museu de Arte Contemporânea de Serralves (entrada principal) Museu de Arte Contemporânea de Serralves (entrada principal)

    A Colecção permanente do Museu abrange um período que vai de finais da década de 1960 até à actualidade.
    Nos anos 60 assistiu-se a um período de agitação política e social que exerceu influência directa nos anos posteriores e que continua a ter um impacto na sociedade actual, tanto em termos políticos, como culturais e sociais. No que respeita ao mundo da arte, os anos 60 corresponderam à emergência da Pop Art, do Minimalismo, do Conceptualismo e da Land Art, para referir apenas algumas correntes. Trata-se de um período em que os valores tradicionais da arte - já questionados pelos artistas de vanguarda dos anos 40 e 50 – foram postos em causa. Registaram-se então relevantes tentativas para redefinir a arte e incorporar novos elementos de outros meios artísticos, como o cinema, o vídeo, a fotografia ou a dança. Os artistas pretendiam modificar os limites que separam a arte da vida.
    A Colecção do Museu de Arte Contemporânea representa os importantes contributos destes artistas e dos que lhes sucederam, e dedica especial atenção à relação dos artistas portugueses com os seus congéneres estrangeiros.
  • Museu do Carro eléctrico (interior) Museu do Carro eléctrico (interior)

    Veículos de transporte público, nomeadamente carros eléctricos, atrelados e veículos automóveis de 1872 a 1951. Maquinaria pesada, tal como motores e componentes eléctricas para transformação de energia. Acessórios dos veículos e dos funcionários das empresas de transporte público da cidade do Porto, nomeadamente fardamento e ferramentas do mais variado tipo. Fotografias relativas à história do carro eléctrico na cidade do Porto desde finais do século XIX à actualidade. Títulos de transporte de 1872 à actualidade.
  • Museu do Papel Moeda (interior) Museu do Papel Moeda (interior)

    O Museu do Papel Moeda apresenta duas exposições permanentes: - A exposição de papel moeda apresenta a história do dinheiro de papel enquanto património fiduciário português, com o fim de preservar os testemunhos da evolução económica, social e cultural de Portugal. A exposição é constituída por diversas colecções: apólices do Real Erário (a colecção apresenta um exemplar muito raro, uma apólice de 2.400 Reis de 1797 da primeira emissão do Empréstimo, único exemplar conhecido). E ainda notas de Portugal continental e ex-colónias, cheques, acções, lotarias, papel selado, letras e a mais completa colecção de cédulas que há em Portugal. Do espólio fazem parte a totalidade das emissões portuguesas de notas, sendo de destacar a existência de três dezenas de notas únicas. Este núcleo é constituído por exemplares de diversas instituições bancárias, nomeadamente Bancos Emissores do Norte, Banco de Lisboa, Banco de Portugal, Banco de Angola, Banco Nacional Ultramarino e Banco do Brasil (período colonial), bem como de instituições não bancárias que igualmente emitiram notas, tais como as empresas João de Brito, Estradas de Lisboa ao Porto, Thomas Jorge das Neves e Contracto do Tabaco, e ainda da Junta de Fazenda Publica de Angola, Moçambique e do Estado da Índia Portuguesa. Esta exposição está adaptada a cegos, amblíopes e pessoas com paralisia cerebral. O museu disponibiliza informação em suporte papel (Braille) e em suporte digital. - A exposição de mais de 6.000 miniaturas de carros , das marcas Corgy, Dinky Toys, Brumm, Marklin, Matchbox, Shuco, Vitesse e Western Models, para além de muitas outras. Pode-se ainda ver miniaturas de barcos e comboios. É uma exposição onde se privilegia a construção do conhecimento numa perspectiva interactiva, recorrendo a diversos tipos de tecnologias para contextualizar os objectos expostos. Pode-se ver um filme a três dimensões, muitos filmes documentários, viewmasters, fotoquisoques e uma enorme maqueta com comboios em movimento. O que distingue esta colecção de outras semelhantes é a espantosa quantidade de raridades e a apresentação de uma narrativa visual muito apelativa. A exposição integra três núcleos: transportes marítimos, aéreos e terrestres. Como a informação é sustentada por filmes documentários consegue-se introduzir diferentes níveis de complexidade e atrair visitantes com faixas etárias diversas. Pode-se ainda visualizar a reconstituição da viagem de Gago Coutinho e Sacadura Cabral, perceber como foi a evolução da aviação civil em Portugal e outras curiosidades, tais como, a visualização do interior do novo Airbus ou, ainda, divertir-se no fotoquiosque, procurando informações adicionais sobre a história do dinheiro ou sobre marcas e fabricantes das miniaturas. Esta exposição está adaptada a pessoas com paralisia cerebral.
  • Edifício do Museu dos Transportes e Comunicações Edifício do Museu dos Transportes e Comunicações

    O Museu dos Transportes e Comunicações tem como missão a promoção, a compreensão do significado do papel desempenhado pelos transportes e pelas comunicações na sociedade e a valorização da memória do lugar – o edifício da Alfândega do Porto.
    O Museu dos Transportes e Comunicações desenvolve uma ação cultural permanente que tem por objetivo a construção de laços de proximidade e afetividade com a comunidade. A programação, que a todos desperta para os fascínios da descoberta e da experimentação, perspetiva um equilíbrio entre os conceitos “Minds/Hands/Hearts On”.
    Promovendo-se a reflexão, a prática experimental e a participação ativa dos visitantes, o Museu contribui para a promoção da formação em ciência e tecnologia e para a construção de espaços de afetividade com os seus públicos. A história do automóvel, diferentes formas de comunicar, a história aduaneira e o Edifício da Alfândega Nova (arquitetura, requalificação e dinamização) são os temas em que o Museu alicerça a sua atividade.
  • Museu Nacional da Imprensa (interior) Museu Nacional da Imprensa (interior)

    O espólio do Museu integra milhares de peças, algumas delas verdadeiras relíquias da indústria gráfica. No sector da fundição, existem máquinas alemãs, inglesas, americanas, e francesas, e moldes manuais para fundir tipos. Na área da composição, dispõe de tipos em madeira, cavaletes com tipos em chumbo, galés, gravuras, vinhetas e diversas linotypes, intertypes e monotypes. No sector da impressão, há peças emblemáticas: um prelo de madeira do século XVIII, dois prelos “Albion Press”, um “Alauzet”, várias “Marinonis” e dois prelos litográficos. Nos acabamentos, destacam-se peças manuais francesas muito raras. A par do valioso espólio exposto, existe um conjunto de réplicas dos primórdios da imprensa tipográfica coreana, anterior a Guttenberg.
  • Edifício do Museu Nacional de Soares dos Reis Edifício do Museu Nacional de Soares dos Reis

    Desde a origem e ao longo de todo o século XIX, o Museu Nacional de Soares dos Reis foi-se constituindo com base em coleções de pintura e escultura. Nos anos 30 do século XX foi enriquecido com o depósito do Museu Municipal do Porto e com o alargamento das coleções às Artes Decorativas. No âmbito das Artes Plásticas salientam-se os núcleos de pintura e escultura do século XIX e primeira metade do XX. Nas Artes Decorativas distingue-se a cerâmica, com uma mostra de faiança nacional e porcelana oriental, e ainda peças de ourivesaria, joalharia, vidros e mobiliário dos séculos XVI a XIX.

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